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Atelier Compartilhado, marca com proposta de roupas customizadas Plus Size, chega à Belo Horizonte

Não somos todas feitas da mesma forma, porque temos que vestir roupas criadas a partir de um único molde? O objetivo do Atelier Compartilhado é prestar um serviço que vai além do sob medida: é um fazer COM!

Sentir-se bem e bonita não é se moldar ao padrão de beleza das lojas, é vestir o que se adequa ao seu corpo e te faz bem! Para ir além do que o Fast-Fashion impõe.

Muito além de produzir roupas para pessoas fora do padrão, um novo conceito de sentir-se bem, bonita, atraente e acima de tudo confortável. É assim que o Atelier Compartilhado se define. A marca se destaca por apostar em uma produção limitada, com formas individualizadas, fazendo poucas peças para garantir a exclusividade dos seus clientes e, mais do que tudo, se adaptar a infinidade de corpos, estilos e desejos de consumo das mulheres de todas as idades.

Atenta às tendências da moda, as roupas são confeccionadas pensando em consumidoras que não são contempladas pelas grandes lojas do mercado, no geral, que apostam no fast-fashion, em moldes padrões, que não aceitam curvas distintas, seios fartos ou necessidades especiais de decotes e recortes.

A marca, lançada há pouco tempo, surgiu de uma insatisfação pessoal de sua proprietária Sônia Avelar. “Eu ia a lojas de marcas, conceituadas, que oferecem diferentes numerações, porém, ao experimentar aquelas roupas lindas, eu não me sentia confortável. Parecia que realmente não eram feitas pra mim, mas “ajustada” para um corpo maior, sem forma. Saia me sentindo mal. Então, decidi começar a me inspirar naquelas roupas, mas fazer eu mesma, com base no meu biótipo (tipo de corpo) e das minhas amigas”, destaca.

Segundo a proprietária, cada pessoa precisa conhecer seu biotipo, saber o que gosta em si, o que deseja valorizar. Basta saber onde ou o que se pode modificar. O mercado baliza as tendências, mas não define o que você deve usar. Você pode usar de tudo, desde que realmente seja feito pensando no que você quer transmitir. É para se sentir bem e não sair arrasada das lojas”, comentou. Cris Guerra diz que “Não podemos escolher entre ter pernas finas ou grossas, mas podem escolher o que queremos mostrar.” “Vestir é um encontro com nós mesmos, somos feitos de múltiplos eus”.

“Com uma população envelhecendo cada vez mais tarde e uma conscientização e empoderamento feminino, as roupas antes consideradas próprias para cada idade não atendem mais a mulher moderna. As mulheres desejam vestir aquilo que vêem nas vitrines”, acrescenta Sônia.

O Atelier Compartilhado confecciona roupas voltadas para público de numeração entre 44 e 52, mas atende sob-medida qualquer pessoa que goste dos seus modelos ou queiram roupas mais personalizadas ao seu tipo de corpo.

Escolha do nome Atelier Compartilhado

Para aqueles que têm curiosidade no nome, Sônia explica o que significa sua marca. “Compartilhar ideias, sonhos, projeções. Que as pessoas tragam inspirações, que produzamos juntas. Queremos de fato ver nossas roupas compartilhando os melhores momentos, fazendo parte das realizações das mulheres.”

Sobre a Sônia Avelar

Sônia Avelar é fisioterapeuta e, antes de confeccionar roupas, trabalhava com grandes empresas, promovendo palestras de Reeducação Postural e Percepção Corporal entre outros. O corpo sempre foi para ela objeto de estudo e vocação, ademais gostava de costurar e produzir roupas para familiares, amigos como hobby. Filha de costureira, ela cresceu dentro da malharia da família, em Belo Horizonte, onde confeccionou roupas para mulheres de todos os tipos e idades. Com o Atelier Compartilhado, ela assume novamente essa vocação de observar o corpo e a postura, que vai além das medidas.

 

Instagram: @ateliercompartilhado